Sangue de ET: melancolina na veia.

2005 foi um ano difícil. Logo no começo, mais precisamente no dia do meu aniversário, perdi a minha vó querida. Sangue de ET é o nome de uma bebida que ganhei de amigos alguns meses depois, em uma festa onde tentavam me animar. No final de um ano, tinha composto e gravado essas músicas tocando tudo: casiotone, violão, percussão (hashi em lata de cerveja, batuque em caixa de cd), sanfona de 8 baixos, mini-metalo. Gravei tudo no meu inseparável iMac Hermeto e mostrei no final ao Monstro, que contribuiu com algumas gravações e deu um tapa na mix. 

O disco tem uma sonoridade de álbum perdido dos anos 60, talvez por ter ao fundo muitos sons do ambiente - meu ventilador de teto e todo o barulho da Rua Augusta. Quem fez a capa foi um querido colega de trabalho na época, o Michel. Mais detalhes da ficha técnica na contracapa abaixo. E para ouvir o disco é só ir aqui.

Olha aí o presente dos amigos, que inspirou um disco inteiro.