Currículo musical

 

 

 

Lulina grava discos experimentais caseiros desde 2001, tendo ao todo 10 álbuns artesanais produzidos, todos com composições próprias e letras em português. Mesmo antes de lançar seu primeiro disco oficial por gravadora, foi capa do Guia da Folha de SP (2006), participou da coletânea Satanic Samba (lançada na Bélgica e Holanda), da coletânea em k7 Brasil could be your life, lançada em Washington pela gravadora Wild Animal Kingdom, foi matéria da revista inglesa Plan B, da Rolling Stone Brasil, do site português Bodyspace.net e participou de alguns festivais, como o primeiro Resfest Brasil e o Festival Coquetel Molotov, abrindo para The Kills.

 

Em outubro de 2009, lançou seu primeiro disco por gravadora, o “Cristalina” (Yb music), que lhe rendeu uma matéria de capa na Ilustrada (Folha de São Paulo) e destaque nas principais revistas, jornais, emissoras e sites brasileiros (O Globo, Correio Braziliense, O Estado de S. Paulo, Billboard Brasil, MTV, TV Cultura, Rádio Cultura, Oi FM, Trip, TPM, Carta Capital e destaque de capa no portal IG). “Cristalina” também entrou nas listas de votação dos melhores discos de 2009 do jornal O Globo e do portal IG, foi escolhido um dos 5 melhores shows nacionais pelo Guia da Folha de SP em 2009 e integrou a lista de 50 melhores discos e a de 50 melhores músicas de 2009 da revista Rolling Stone.

 

Depois do Cristalina, Lulina participou de trilhas de cinema (Filme "A mulher invisível"), seriados (Alice - Hbo), coletâneas internacionais (The Wire, Sounds and Colours e revista espanhola Zona de Obras) filmes publicitários (Revista TPM) e realizou uma turnê pelos EUA em março de 2010, passando por Chicago, Seattle, Olympia, Wenatchee e Portland. Em 2010 lançou mais um disco caseiro, dessa vez em parceria com centenas de pessoas em um projeto colaborativo baseado em internet, chamado “Meus dias 13” (clique aqui para ler matéria do Estadão sobre o projeto).

 

Em 2011 foi palestrante do TEDx, evento internacional que pela primeira vez foi realizado em São Paulo, e do Social Media Week. Em 2012, foi convidada pelo cineasta francês Vincent Moon para participar da sua galeria de filmes sobre a música brasileira, ao lado de nomes como Tom Zé e Dona Inah.

 

Em novembro de 2013, lançou seu segundo disco pela gravadora Yb, o “Pantim”. O álbum foi duas vezes capa do caderno de cultura do Jornal do Commercio, de Recife, além de ganhar destaque em matérias no Estado de SP, Folha de SP, na revista espanhola Zona de Obras, entre outros. Em 2014, Lulina se apresentou no Festival Recbeat (Recife) e também no festival Musiqueria (Belo Horizonte). Foi palestrante do Youpix (festival sobre música e internet realizado em julho de 2014), produziu a trilha de abertura de uma série infanto-juvenil da TV Cultura e criou, junto com seu grande parceiro Leo Monstro, uma banda infantil de música pop-eletrônica chamada Babá Eletrônica.

 

Toda essa feliz trajetória até aqui só foi possível graças à participação de pessoas fundamentais: Leo Monstro, parceiro de composições e de produções caseiras, que ajudou a dar forma a inúmeros discos artesanais; André Édipo, guitarrista que montou a primeira banda de Lulina e é o grande responsável por suas primeiras aparições nos palcos; Juliangela, designer e ilustradora que muito contribuiu com inúmeros discos; Maurício Tagliari e a gravadora Yb; Missionário José, Matt Love e todos os artistas e amigos que participaram das gravações, shows e composições de 2001 até agora.    

 

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